Segunda, 05 de Outubro de 2026
25°C 37°C
Boa Vista, RR
Publicidade

Na COP28, Acre participa de painel sobre implementação de políticas de redução de emissões

O Consórcio Interestadual da Amazônia Legal (CAL) realizou neste sábado, 9, o painel “Perspectivas para sistemas REDD+ nacionais e jurisdicionais n...

09/12/2023 às 13h07
Por: JOÃO MARCELINO/REDAÇÃO Fonte: Secom Acre
Compartilhe:
Foto: Reprodução/Secom Acre
Foto: Reprodução/Secom Acre

O Consórcio Interestadual da Amazônia Legal (CAL) realizou neste sábado, 9, o painel “Perspectivas para sistemas REDD+ nacionais e jurisdicionais na implementação de políticas de redução de emissões”, durante a COP28, em Dubai, nos Emirados Árabes.

Perspectivas para sistemas REDD+ nacionais e jurisdicionais na implementação de políticas de redução de emissões foram discutidas durante a COP28, em Dubai, nos Emirados Árabes. Foto: Marcos Vicentti/Secom.
Perspectivas para sistemas REDD+ nacionais e jurisdicionais na implementação de políticas de redução de emissões foram discutidas durante a COP28, em Dubai, nos Emirados Árabes. Foto: Marcos Vicentti/Secom.

A ideia foi discutir entre os estados representantes da Amazônia Legal como a implementação dos programas jurisdicionais têm contribuído para a política de redução de emissões.

O Acre teve grande contribuição com a apresentação de painéis apresentados pelo presidente do Instituto Acre de Mudanças Climáticas (IMC), Leonardo Carvalho e pelo procurador do Estado do Acre, Rodrigo Neves.

Presidente do Instituto Acre de Mudanças Climáticas (IMC), Leonardo Carvalho, falou sobre a aprovação e publicação do PPCDQ em Diário Oficial Foto: Marcos Vicentti/Secom
Presidente do Instituto Acre de Mudanças Climáticas (IMC), Leonardo Carvalho, falou sobre a aprovação e publicação do PPCDQ em Diário Oficial Foto: Marcos Vicentti/Secom

Em sua explanação, o presidente do IMC falou sobre o Plano de Prevenção, Controle do Desmatamento e Queimadas (PPCDQ), aprovado e publicado recentemente em Diário Oficial do Estado, que dispõe de estratégias, metas e ações para conter o desmatamento e a degradação da vegetação nativa, as queimadas e os incêndios florestais, para o período 2023-2027.

”O Acre tem investido fortemente para criar uma política consistente de redução do desmatamento, já foi mais de 1 bilhão de dólares para montar esse arcabouço, sempre pensando em políticas que permitam que os benefícios cheguem lá na ponta, criando possibilidade de gerar novos ativos e de manter a política REDD+ consistente”, destacou o presidente do IMC.

Ideia do painel foi discutir entre os estados representantes da Amazônia Legal como a implementação dos programas jurisdicionais têm contribuído para a política de redução de emissões. Foto: Marcos Vicentti/Secom.
Ideia do painel foi discutir entre os estados representantes da Amazônia Legal como a implementação dos programas jurisdicionais têm contribuído para a política de redução de emissões. Foto: Marcos Vicentti/Secom.

Segundo ele, todos esses elementos, aliados à participação social e transparência do Estado, têm garantido uma política forte de redução de emissões, que consiste em conservar, preservar e gerar renda.

O procurador do Estado do Acre, Rodrigo Neves, que no evento representou o Fórum de Procuradores de Meio Ambiente, explicou sobre a situação legal e regulatória do financiamento climático. Para ele, sem florestas, não existe cumprimento de Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC), que são as metas e os compromissos de redução de emissões de gases do efeito estufa assumidos por cada país que assinou o Acordo de Paris.

Procurador do Estado do Acre, Rodrigo Neves, representou o Fórum de Procuradores de Meio Ambiente no evento Foto: Marcos Vicentti/Secom
Procurador do Estado do Acre, Rodrigo Neves, representou o Fórum de Procuradores de Meio Ambiente no evento Foto: Marcos Vicentti/Secom

“O REDD+ é um mecanismo que vem sendo criado ao longo do tempo em razão de uma lacuna de financiamento climático, que é uma luta de 20, 25 anos, e que vem contemplar os esforços de redução, porque sem recursos não tem redução de desmatamento”, finalizou o procurador.

Também participaram do painel, o diretor executivo do Instituto Produzir, Conservar, Incluir em Mato Grosso, Richard Smith; o procurador-geral do Estado do Amapá, Thiago Albuquerque; o presidente da Fundação Ambiente e Recursos Hídricos, Glicério Fernandes; a superintendente de Gestão de Políticas Públicas Ambientais da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Tocantins, Marli Santos e a coordenadora do Comitê de Mudanças Climáticas do Amapá, Mariana Nardi. A diretora adjunta de Políticas Públicas do Ipam, Gabriela Savian, foi quem moderou o painel.

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
Boa Vista, RR
30°
Tempo nublado

Mín. 25° Máx. 37°

32° Sensação
4.12km/h Vento
58% Umidade
32% (0.37mm) Chance de chuva
06h48 Nascer do sol
06h53 Pôr do sol
Ter 38° 25°
Qua 38° 26°
Qui 38° 26°
Sex 39° 25°
Sáb 38° 26°
Atualizado às 23h01
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Economia
Dólar
R$ 5,22 +0,10%
Euro
R$ 5,87 +0,00%
Peso Argentino
R$ 0,00 +0,00%
Bitcoin
R$ 473,484,49 +1,26%
Ibovespa
192,114,55 pts 2.63%
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio