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Cemig Geração e Transmissão começa 2024 com a aprovação de R$ 2,5 bilhões em projetos

Este ano, empresa vai destinar mais de R$ 150 milhões na modernização da Hidrelétrica de Salto Grande

22/01/2024 14h22
Por: JOÃO MARCELINO/REDAÇÃO Fonte: Secom Minas Gerais
Cemig / Divulgação
Cemig / Divulgação

A Cemig Geração e Transmissão (Cemig GT) encerrou 2023 com importantes conquistas e a aprovação de R$ 2,5 bilhões em projetos no segmento para os próximos anos.

São R$ 1,5 bilhão que serão destinados para a transmissão e R$ 1 bilhão em iniciativas que visam ampliar e modernizar o parque gerador da companhia.

Até 2026, a empresa vai investir quase R$ 5 bilhões no setor em Minas Gerais em projetos que pretendem ampliar a capacidade instalada da companhia.

Para 2024, a Cemig vai começar  a modernização de grandes usinas do seu parque gerador. A empresa pretende investir mais de R$ 150 milhões na Usina Hidrelétrica Salto Grande, localizada no município de Braúnas, no Vale do Rio Doce, e que tem potência instalada atual de 102 megawatts.

“A modernização da UHE Salto Grande é estratégica para a Cemig, alinhando-se com a tendência nacional de atualização do parque hidráulico de geração, majoritariamente implantado na década de 70. A usina é considerada o ponto de partida desse processo, servindo como modelo para as próximas intervenções planejadas”, afirma o vice-presidente de Geração e Transmissão da Cemig, Thadeu Silva.

Além de Salto Grande, a Cemig deve iniciar, nos próximos dois anos, a modernização das Hidrelétricas de Três Marias, Itutinga e Camargos.

Desde 2019, a Cemig está investindo fortemente na modernização das suas usinas, buscando ampliar o seu parque gerador e também implantando tecnologias para aumentar a eficiência dos seus ativos.

Marco no setor elétrico

A Cemig é a primeira empresa do setor elétrico brasileiro a ter 100% das suas subestações em rede básica operadas de forma tele-assistida.

Os investimentos em automação da companhia foram iniciados em 2007 e a Subestação Barreiro, em Belo Horizonte, foi a última das mais de 55 instalações a operar remotamente.

“As operações remotas trazem uma série de benefícios, como a otimização de recursos, o aumento da eficiência operacional e a redução de custos. Além disso, essa iniciativa torna a Cemig mais competitiva, já que isso se torna uma vantagem essencial para os leilões de transmissão", destaca o vice-presidente Thadeu Silva.

Além de todas as subestações, as principais usinas da Cemig já operam remotamente sob a supervisão do Centro de Operação do Sistema (COS) da companhia: Theodomiro Santiago (Emborcação), Nova Ponte, Irapé, Três Marias e Queimado.

Já as Usinas Salto Grande, Itutinga e Camargos serão as últimas hidrelétricas da Cemig a receberem a modernização das suas instalações, para que toda a sua malha de geração possa ser operada remotamente, com presença de operadores apenas no horário comercial.

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