Segunda, 05 de Outubro de 2026
25°C 38°C
Boa Vista, RR
Publicidade

Ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal nega ter promovido blitz para reter eleitores

Bruno Spada / Câmara dos Deputados Silvinei Vasques mostra documentos que comprovariam sua inocência O ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal S...

20/06/2023 às 13h30
Por: JOÃO MARCELINO/REDAÇÃO Fonte: Agência Câmara de Notícias
Compartilhe:
Silvinei Vasques mostra documentos que comprovariam sua inocência - (Foto: Bruno Spada / Câmara dos Deputados)
Silvinei Vasques mostra documentos que comprovariam sua inocência - (Foto: Bruno Spada / Câmara dos Deputados)

O ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal Silvinei Vasques disse não ser verdade que a instituição direcionou sua fiscalização para o Nordeste durante o segundo turno das eleições de 2022 para beneficiar qualquer candidato à Presidência da República. Silvinei é o primeiro depoente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro. 

O policial, hoje aposentado, estava à frente da instituição quando foram realizadas blitz em rodovias federais durante o segundo turno das eleições. De acordo com as denúncias noticiadas a época, a PRF estaria reforçando as blitz e dificultando o voto dos eleitores dos estados do Nordeste, região onde o então candidato à presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva teria vantagem. 

Silvinei afirmou que não foi notificado e não tem conhecimento de qualquer investigação no âmbito da PRF sobre o fato e que não seria possível, em “nenhum órgão federal” cometer um crime dessa magnitude sem que uma conversa de corredor tenha sido levantada. Para ele, a denúncia é fantasiosa e foi propagada a partir de “mentiras”. 

De acordo com Vasques, a informação de que a polícia rodoviária estaria dificultando o trânsito no Norte e no Nordeste se espalhou nas redes sociais a partir de três denúncias que, segundo ele, foram feitas por indivíduos que mentiram e estão sendo processados por isso. Uma das notícias se referia a um ônibus parado no município de Benevides (PA).

"Está o registro aqui, não tem como burlar. O ônibus ficou parado por 14 minutos no local com o tacógrafo estragado, e a polícia ainda fez a escolta do ônibus até a área de votação. Ninguém deixou de votar", disse. 

Ele reforçou a explicação questionando o fato de como a instituição conseguiria mobilizar 13 mil policiais no Brasil, orientando o que seria uma operação crimonosa, "sem ter uma conversa por WhatsApp, Telegram, sem ter uma reunião com esses policiais em qualquer delegacia do Brasil, sem ter um e-mail enviado?".

O depoimento já foi encerrado

Mais informações a seguir 

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
Boa Vista, RR
35°
Parcialmente nublado

Mín. 25° Máx. 38°

38° Sensação
5.54km/h Vento
41% Umidade
32% (0mm) Chance de chuva
06h48 Nascer do sol
06h53 Pôr do sol
Ter 38° 26°
Qua 38° 26°
Qui 39° 25°
Sex 38° 26°
Sáb 38° 27°
Atualizado às 14h01
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Economia
Dólar
R$ 5,00 -4,23%
Euro
R$ 5,61 -4,47%
Peso Argentino
R$ 0,00 -6,25%
Bitcoin
R$ 453,852,07 +1,45%
Ibovespa
207,190,44 pts 7.85%
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio